ELE E ELAS.
Quando tomamos uma atitude ou namoramos ao ponto de nos casarmos, não
imaginamos o que tudo isso representa, tão pouco pensamos nas pessoas que poderão
a vier agregar e interagir conosco.
Tão-somente nos deixamos levar pela paixão, depois com o passar do
tempo, vamos conhecendo melhor a situação e as pessoas que estão do nosso lado
ou a nosso favor. Foi assim que fui percebendo que junto com a grande paixão
que sentimos por uma pessoa não venha a consciência de que teremos que nos
adaptarmos a família de nosso esposo e vice versa. Não foi o meu caso, graças a
Deus abracei e fui abraçada pela família dos avós dos meus filhos. Sempre
respeitei-o e fui respeitada por todos.
No início de uma relação
(casamento) muitas vezes recebemos presentes, elogios, respeito e o carinho de
toda família. Eu como sogra sempre fiz o melhor de mim para acolher de braços
abertos minhas noras e meu genro. Sou uma pessoa decidida, firme nas convicções
familiares, sou carinhosa e tento ao máximo respeitá-las todos, os quais
convivo.
Todavia, por mais que nos
dedicamos ao acolhimento de um novo membro não sanguíneo a nossa família, não é
fácil para ambos os lados, nos exigi muito esforço, tolerância e muita vontade
de viver bem.
Atualmente, tenho certeza de
que criar os filhos, aturar um relacionamento a dois, é muitas vezes mais fácil
do que ser uma sogra, por mais que nos dediquemos para uma amizade saudável,
aprazível é complexa para ambos as partes. Muitas vezes somos mais amigas dos
familiares de nossas noras e genro que dos próprios.
No entanto, no meu caso,
apesar dos inúmeros bochichos que envolvem a relação sogra nora, diria que a
minha relação com elas é saudável até porque nem moramos perto, mas
acredito que será bem mais compreendida quando elas forem sogras também, ai
sim, o amadurecimento emocional será bem mais complacente.
A Sogra.
